Ciência genética pode salvar rinoceronte branco do norte da extinção; entenda

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Em março de 2018 morreu Sudão – o último rinoceronte branco do Norte. No entanto, o macho que vivia no Quênia teve uma amostra de seu sêmen coletada e transportada à Alemanha.

O objetivo era salvar a espécie da extinção através da inseminação artificial, graças à tecnologia e o trabalho conjunto de um grupo de cientistas e conservacionistas.

Recentemente, com o apoio da empresa farmacêntica alemã Merck – a equipe coletou óvulos de duas fêmeas da éspécie – Najin e Fatu, na reserva Ol Pejeta Conservancy, localizada no Quênia, para dar continuidade a este importante trabalho.

A boa notícia é que a espécie tem grandes chances de ser salva da extinção graças à ciência genética, que acaba de fertilizar três óvulos com a ajuda de uma incubadora exclusiva para o desenvolvimento de embriões. Projetada para fornecer um ambiente de incubação individualizado e sem perturbações, os embriões já foram congelados e estão armazenados em nitrogênio líquido.

O próximo passo é selecionar um grupo de rinocerontes brancos do Sul da Ol Pejeta Conservancy, sendo que uma fêmea será escolhida para ser receptora. Apesar de afirmar precisar de mais testes e pesquisas, a equipe fará a primeira tentativa ainda neste ano. O que mais preocupa os cientistas é a qualidade do sêmen, colhido em 2014, quando Sudão já tinha mais de 40 anos.

Iniciativa financiada em conjunto pelo Ministério Federal de Educacão e Pesquisa da Alemanha, Itália, República Tcheca, Quênia, Japão e EUA, o objetivo é avançar significativamente nas técnicas de reprodução assistida, visando salvar espécies ameaçadas de extinção:

“É um privilégio apoiar a missão de salvar os mamíferos mais ameaçados do mundo com nossa experiência e tecnologias. Estamos empolgados com o desenvolvimento de um embrião viável de rinoceronte do Norte com a ajuda da nossa incubadora.”, completou Jan Kirsten – diretor de franquia de negócios globais para fertilidade da Merck.

Fonte: Hypeness

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