Conheça 3 jovens mulheres que trabalham para melhorar a sociedade

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Com menos de 30 anos, Andreza Jorge, Luiza Dantas e Yasmin Thayná dão exemplo para a sociedade.

Buscar a transformação de comunidades por meio de iniciativas sociais é o que as três candidatas da categoria Revelação do Prêmio da Revista CLAUDIA 2018 têm em comum. Nessa categoria, são escolhidas mulheres com menos de 30 anos. A igualdade de gênero, a educação e a visibilidade negra são as pautas defendidas por elas.

A pesquisadora e ativista Andreza Jorge, 30 anos, é moradora do complexo da Maré, no Rio de Janeiro, e é referência na comunidade para igualdade de gênero. Quando criança foi beneficiária da Redes da Maré, entidade que luta pelos direitos de quem mora no complexo. Formada em dança, ela trabalha em ONGs desde os 15 anos e tornou-se liderança local quando o assunto é a equidade de gêneros. Atualmente, dirige a Casa das Mulheres, um dos braços da Redes, que oferece cursos e oficinas de empreendedorismo feminino. Ainda coordena o grupo de dança Mulheres ao Vento. “Aqui quase todas as grandes conquistas foram lideradas por mulheres. Temos de dar visibilidade a isso”, destaca. Gostou do trabalho da Andreza?

A falta de recursos para projetos educacionais em escolas públicas foi o que motivou a psicóloga Luiza Dantas, 29 anos, e seu irmão Pedro Dantas, professor de história, a criar o Somos Professores, plataforma online de financiamento e apoio a projetos de educadores. Para participar, o professor faz a inscrição de seu projeto, dando informações sobre o que pretende com ele, e a equipe do Somos ajuda na organização e estrutura de orçamento e prazos. “Só descartamos projetos quando consideramos impossível atingir uma meta por um motivo concreto, como tempo curto demais”, explica Luiza. Além de fundadora, ela é diretora da instituição. Em quatro anos, já foram impactados mais de 10,5 mil alunos, graças ao financiamento de 46 projetos espalhados por escolas estaduais e municipais de Pernambuco. Se quiser prestigiar o trabalho de Luiza.

A cineasta Yasmim Thayná, 25 anos, defende a visibilidade negra na produção audiovisual. Ela é a responsável pelo curta ‘Kbela’, que mostra a simbologia de carregar um cabelo afro e a discriminação racial e de gênero que a mulher negra sofre todos os dias. O curta venceu o prêmio de melhor curta da Diáspora Africana da Academia Africana de Cinema, em 2017. A produção foi realizada com um financiamento coletivo de 5 mil reais. Yasmim também é a criadora da plataforma Afroflix, que faz a distribuição de filmes com, pelo menos, uma pessoa negra na produção ou entre os personagens principais. O acesso é gratuito. “A disponibilidade de conteúdos na internet não é exatamente como esperamos. Nós precisamos encontrar formas de organizar o que está disponível e burlar a lógica dos algoritmos”, ressalta.

Fonte: Cláudia

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