É recorde! Marta supera Klose e se torna a maior artilheira em Copas do Mundo

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Gol diante da Itália no Mundial da França deixa craque com 17 gols, um a mais que o alemão. “Esse recorde representa bastante. Pois não é só a Marta, mas é um recorde das mulheres”, diz Marta, que foi parabenizada nas redes sociais até pela federação alemã

A melhor jogadora de todos os tempos alcançou mais um recorde. Era questão de tempo, mas com o gol marcado sobre a Itália, nesta terça-feira, em Valenciennes, Marta superou Miroslav Klose e se tornou a maior artilheira em Copa do Mundo com 17 gols. Na partida anterior, diante da Austrália, a craque havia igualado a marca do alemão.

Marta também já havia alcançado outro recorde na partida de semana passada. Na ocasião, a camisa 10 da seleção brasileira se tornou a primeira a balançar as redes em cinco edições diferentes do torneio. Sua primeira Copa do Mundo foi em 2003, com 17 anos, depois, disputou as edições de 2007, 2011 e 2015.

– A gente está quebrando muitas barreiras. Esse recorde representa bastante. Pois não é só a Marta, mas é um recorde das mulheres. Muitos dizem ainda que futebol é para os homens, mas este recorde é tanto do futebol masculino quanto do feminino – afirmou Marta após a partida e depois emendou:

– Será que ele (Klose) vai voltar atrás e querer jogar a próxima Copa (risos)?

Outros recordes de Marta

A camisa 10 da Seleção é também a recordista em prêmios de melhor do mundo. Com o último conquistado, chegou a seis e superou em um o argentino Messi e o português Cristiano Ronaldo.

Marta alcançou mais essa marca usando novamente sua chuteira simbólica desta Copa do Mundo, exibindo o símbolo a favor da igualdade de gênero no esporte. Essa foi uma forma que a brasileira encontrou de protestar. Apesar de ter sido eleita melhor do mundo pela sexta vez no ano passado, ela não acertou contrato de patrocínio com fornecedoras de materiais esportivos por considerar que os valores oferecidos desproporcionais se levado em conta o recebido por atletas, de diversas modalidades, com a mesma representatividade (e conquistas) da jogadora.

– Fazemos isso para que as próximas meninas que venham aí possam usufruir de uma qualidade maior de trabalho, de mais opções. Cada vez que tem oportunidade, a gente precisa mostrar ao mundo que a igualdade é necessária. É preciso para que a gente possa ver o outro como ser humano.

Fonte GE

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