Novo curativo tem o potencial de revolucionar a forma como as feridas crônicas são tratadas

Novo curativo tem o potencial de revolucionar a forma como as feridas crônicas são tratadas
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Há muitas situações em que simples curativos adesivos não são suficientes.

Para esses casos, acabam de ser criados enxertos de pele “ativos” que facilitam a cicatrização, minimizando a infecção por feridas crônicas na pele.

São novos materiais poliméricos que podem ser usados para revestir os ferimentos e disponibilizar propriedades anteriormente inatingíveis, praticamente transformando as superfícies dos enxertos de pele em enxertos funcionais.

Em termos mais simples, o material detecta os estímulos químicos emitidos pelo ferimento e libera os antibióticos na medida certa.

As funcionalidades são incorporadas em recipientes chamados micelas, depositadas na superfície de malhas de fibra biodegradável para melhorar a funcionalidade da superfície.

“Assim que obtivemos um sistema funcional, procuramos entender como esse material interage com as bactérias e descobrimos que ele é capaz de prevenir a infecção como desejado,” disse a pesquisadora Victoria Albright, da Universidade Texas A & M (EUA).

Os resultados demonstram o potencial do desenvolvimento de estruturas superficiais específicas e de funcionalização – mudar a química da superfície do material – para projetar biomateriais avançados e controlar as interações com a matéria viva.

Esse hidrogel poderá, por exemplo, mudar totalmente o tratamento de feridas diabéticas.

“Agora que demonstramos resultados muito promissores ‘in vitro’ com células humanas, o próximo passo crítico para a equipe será demonstrar ainda mais esse conceito por meio de testes ‘in vivo’,” disse o professor Hongjun Wang, do Instituto de Tecnologia Stevens (EUA).

Fonte: Diário da Saúde

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